Sou uma pessoa complicada.
Sei que sou demasiado carente.
Sei que as vezes pareço não saber o que é suficente.
Que é preciso ser paciente.
Mas no fundo, lidar comigo não é tao complexo.
Não tem segredo.
É só saber o sentido de ser recíproco.
Observar o que faço.
O porque faço.
Mas o que fazer se gosto de surpresas?
O que fazer se gosto de reconhecimento em algo que acho que deve ter?
O que fazer se eu falo muito?
O que fazer se reclamo?
O que fazer se eu queria não precisar te avisar que aqui escrevi?
Pensando bem.
Pelo menos eu gosto de surpreender.
Pelo menos eu faço algo para ser reconhecido.
Pelo menos eu não me calo.
Pelo menos eu tenho alguma opinião.
Pelo menos eu escrevo.
Pessoas tem distintos tipos de vicios.
Uns bons, outros nem tanto.
O meu é apenas sentimento.
Lucas Vechiato
segunda-feira, 6 de maio de 2013
sexta-feira, 29 de março de 2013
Uma vez ouvi dizer que o segredo da felicidade era não esperar nada de alguém.
Que as coisas boas iriam te surpreender.
E as ruins não iriam te decepcionar.
Mas como ser assim?
Como tentar não se apoiar em alguém que você ama?
Como não ser o apoio dela?
Mas somos seres humanos.
Somos o acerto errado.
Ou um erro certo.
De qualquer maneira nunca vai estar bem o suficiente.
Se você se inibe de sentimentos, se torna uma pessoa fria e amargurada.
Se você os adere, muitas vezes as consequencias são decepções e magoas.
Porque temos de ser tão confusos?
É um doce mistério essa mente aturdida.
Assim como uma floresta, que pode ser aparentemente bela e misteriosa,
mas ao adentrar pode se tornar mortal.
Lucas Vechiato
terça-feira, 26 de março de 2013
Força
Tenho vontade de jogar tudo pro alto nessas situações.
De sair.
Fazer algo idiotice.
Beber.
Brigar.
Rir.
Vomitar.
Acordar com demasiada dor de cabeça tentando lembrar do que aconteceu.
Mas não.
Sou forte.
Infelizmente sou forte.
Suporto a agônia.
Não deixo de lado tudo o que construi.
Deixo as loucaras aparecerem somento nas palavras, no desabafo.
Continuo aguentando.
E me pergutando.
Será que essa força está acabando?
Lucas Vechiato
De sair.
Fazer algo idiotice.
Beber.
Brigar.
Rir.
Vomitar.
Acordar com demasiada dor de cabeça tentando lembrar do que aconteceu.
Mas não.
Sou forte.
Infelizmente sou forte.
Suporto a agônia.
Não deixo de lado tudo o que construi.
Deixo as loucaras aparecerem somento nas palavras, no desabafo.
Continuo aguentando.
E me pergutando.
Será que essa força está acabando?
Lucas Vechiato
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Poço
Sou um poço de pensamentos.
De desejos instantes.
De sonhos eternos.
De sensações calorosas.
De sorrisos sinceros.
De abraços apertados.
De sentimentos totalmente entregues.
Sou um poço de pensamentos.
De fúria descontrolada.
De arrependimentos.
De desarrependimentos.
De tristeza fácil.
De manha incessiavel.
Sou um poço de pensamentos.
De rebeldia.
De maturide.
De preocupações.
De jovialidade.
Sou um poço de pensamentos.
De ódio.
De amor.
De confusão.
De humanidade.
Lucas Vechiato
De desejos instantes.
De sonhos eternos.
De sensações calorosas.
De sorrisos sinceros.
De abraços apertados.
De sentimentos totalmente entregues.
Sou um poço de pensamentos.
De fúria descontrolada.
De arrependimentos.
De desarrependimentos.
De tristeza fácil.
De manha incessiavel.
Sou um poço de pensamentos.
De rebeldia.
De maturide.
De preocupações.
De jovialidade.
Sou um poço de pensamentos.
De ódio.
De amor.
De confusão.
De humanidade.
Lucas Vechiato
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
O garotinho observava.
Que criatura gozada.
O palhaço sorria.
Mas não se movia.
O tempo passava.
O sorriso sempre estampado em sua face.
Curioso, o garoto se aproximou.
No rosto do palhaço ele tocou.
Assustado, a pequena criança saiu chorando.
Pois atras daquele sorriso havia apenas um cadaver, outrora vivo em prantos.
Lucas Vechiato
Que criatura gozada.
O palhaço sorria.
Mas não se movia.
O tempo passava.
O sorriso sempre estampado em sua face.
Curioso, o garoto se aproximou.
No rosto do palhaço ele tocou.
Assustado, a pequena criança saiu chorando.
Pois atras daquele sorriso havia apenas um cadaver, outrora vivo em prantos.
Lucas Vechiato
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Ha, este amor
Meu último ano baseou-se em acreditar e desacreditar em sentimentos e pessoas.
Em ser clichê elogiando e criticando o amor.
Entrando em contradições demasiadas vezes.
Mas e dai?
Amar pode ser doloroso, mas quando se é reciproco, essa dor passa a se assemelhar
a de um abraço de saudades bem apertado.
É relevante. E com boas intenções.
Eu quero.
Eu quero brigar com você.
Eu quero me reconciliar.
E depois brigar de novo.
E depois reconciliar de novo.
E vir nesse blog dizer o quanto eu te amo.
Porque essa é a finalidade dele.
Escrever sobre amor, no meu caso, você.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Sentado no sofá
Por um momento o garoto se sentiu vazio.
Não que as coisas estivessem ruins.
É só que ele não estava num dia bom.
Pra falar a verdade o dia em si não estava bom.
O céu estava escuro.
Nuvens pesadas.
O asfalto em partes seco, em outras molhado.
Semelhante aos olhos do garoto.
Ele não era sozinho.
Mas no momento estava sozinho.
E isso o machucava.
Lucas Vechiato
Não que as coisas estivessem ruins.
É só que ele não estava num dia bom.
Pra falar a verdade o dia em si não estava bom.
O céu estava escuro.
Nuvens pesadas.
O asfalto em partes seco, em outras molhado.
Semelhante aos olhos do garoto.
Ele não era sozinho.
Mas no momento estava sozinho.
E isso o machucava.
Lucas Vechiato
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