terça-feira, 24 de junho de 2014

Eu só queria por pra fora um pouco da minha gratidão.
E falar assim, só por falar o quanto é bom te amar.
É eu sei, faz um tempo já que eu não escrevo sobre essas coisas tão boas.
Mas é um saco ter inspiração só quando coisas ruins acontecem.
Talvez seja muito mais fácil arrancar inspiração do sofrimento.
Admiro quem tem os bons sentimentos como uma fonte duradoura de inspiração. - risos
Enfim, agradeço a tudo que tenha feito nós estarmos aqui, juntos, hoje.
Agradeço a Deus ou deuses pela força.
Agradeço a mim, pela insistência e força de vontade.
Agradeço especialmente a você, por tentar dar certo naquilo que um dia possa ter sido considerado um erro.
Agradeço a nós, por não desistirmos.
Sei que você sabe disso tudo, mas não custa nada reforçar.
Cuidado nunca é demais.
Principalmente quando se trata de amor.
Enfim, eu te amo, que fique claro isso sempre, e não se preocupe em esquecer,
pois eu vou te lembrar disso todos os dias, até o fim deles.

Lucas Vechiato

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Um homem nunca abandona sua família.
Nem da as costas para a mesma.
Principalmente quando o erro é seu.
Um pai tem de ser homem duas vezes.
Por sua esposa e por seus filhos.
Principalmente por seus filhos.
Pois eles são consequência de suas ações.
E se você não os ajudar, amparar e principalmente amar.
Nada pior do que um filho como inimigo.

sábado, 10 de maio de 2014

É sufocante.
E não percebemos.
Ou percebemos, e não nos importamos.
Demasiado estúpido.
Ser refém da própria invenção.
Preferir digitar ao falar.
Vício.
Por que toda essa coragem atrás da tela não é imposta na realidade do dia-a-dia?
Talvez seja mais fácil.
Mais fácil por sermos todos covardes.
Covardes por não ter coragem de viver.
De se desconectar da facilidade.
Ainda assim não entendo o porquê de atitude tão ignóbil.
A realidade é que não queria nem estar escrevendo isso aqui.
O correto seria pichar nos muros.
Colar nos postes.
Gritar no metrô.
E assim, fazer com que olhemos uns aos outros.
Desconectar-se.
E assim, enxergar as possibilidades.
Essas, que podem mudar.
Tudo!

Lucas Vechiato

terça-feira, 1 de abril de 2014

A arte de ser recíproco, não é crer na reação após a sua ação.
É apenas ver a gratidão.
E é o que mais está em falta!

Lucas Vechiato

sexta-feira, 28 de março de 2014

Entre a fumaça dos cigarros e os goles de whisky, eles se cortejavam.
Uma troca incessável de olhares.
Mas ela sabia.
Sabia que para ele nada mais seria do que mais uma noite .
Mais uma mulher.
Mais um orgasmo.
Mas ela não se importava.
Tudo o que queria era mergulhar naquele coração negro.
Sentir o gosto da bebida em seus lábios.
Tudo o que o que ela queria era aquela noite.
E que naquela noite seus meios ficassem extasiados em torpor.

Lucas Vechiato

terça-feira, 11 de março de 2014

Verdade absoluta.
Dizem que todos tem uma, mas atualmente são duas que se destacam mais, dentre tantas.
Deus e Ciência.
A ironia é que ambas são totalmente distintas, mas tem um ponto crucial em comum:
Ninguém consegue explicar o surgimento.
Não vou adentrar no assunto, pois não escrevo hoje para questionar a Fé ou o Big-bang,
até porque sou agnóstico e no ponto de vista das duas partes não passo de alguém que tem dúvidas e nenhuma ''verdade''.
Ai é o ponto de minha reflexão.
Qual a diferença entre um ateu e um cristão, se ambos defendem sua verdade absoluta com a mesma intensidade, e em uma discussão quase nunca se dão o beneficio da dúvida?
Será que por trás de tanta disputa e altercação, todos defendem um mesmo princípio?
Enfim, abnego-me e aconselho-os a fazer o mesmo, pois é apenas um agnóstico que voz fala.

Lucas Vechiato

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Reclamara o suficiente da vida, a ponto de sentir vergonha alheia de si.
As pessoas tinham mudar.
Os lugares tinham que mudar.
Mas ele não mudava.
De certo que ele reclamava com razão.
Mas só a razão não mudara nada.
Na realidade a duvida era mais inconstante do que uma certeza.
Estava cheio de suas perguntas e das respostas vagas.
Estava cansado da monotonia, que demasiadamente lhe abraçava a cada amanhecer de sua rotina.
Precisava de uma nova perspectiva.
Há, mas que clichê.
Já se ressentia só de pensar, devido as constantes tentativas pífias.
Ele sempre olhara as coisas em perspectiva, mas o que precisava agora não era de uma visão.
Precisava de um soco na boca.
Talvez uma crença diferente?
Heroína na veia?
Uma semana de sexo anal com catorze garotas distintas?
Não!
Sua vontade de mudança ia além disso.
Já estava farto de sua própria hipocrisia senda servida no café, almoço e jantar.
De pessoas vintage e mainstream.
Do certo e do errado.
Ele apenas queria.
Queria mudar.
E então mudou.

Lucas Vechiato.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

O amor nada mais é do que egoísmo.
É não querer ficar sozinho.
É o você estar bem, porque ambos estão felizes.
É poder dividir a pipoca, os pensamentos e a raiva.
É saber que no final de tudo, alguém estará ali.
É brigar porque você chegou tarde, e gostar da preocupação.

Às vezes é poder ter em quem mandar.
E a maioria das outras é ter a quem obedecer.
É se enjoar.
E sentir falta.

É olhar, e ser olhado.
Amar, e ser odiado.
E vice-versa.

É falar e não ouvir.
E depois escutar e abraçar.

É não querer saber a opinião.
E depois pedir conselhos.

O amor, nada mais é do que egoísmo.
Acompanhado de tudo aquilo que mais desejamos.

Lucas Vechiato





sábado, 21 de dezembro de 2013

A mesma frase, seguida das mesmas opiniões.
Uma fajuta demagogia.
As vezes sinto que vivemos num lapso temporal incessante.
Alguns chamam de realidade.
Particularmente creio que a melhor nomeclatura seria ''Dejà vu ''.

Lucas Vechiato

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Ah, o tempo. Tempo que passa e que não passa.
Tempo que prejudica, tempo que ajuda.
Tempo que chove, tempo que faz sol.
Tempo ontem, hoje e amanhã.
Gozado como o tempo se tornou algo curioso para nós.
Quase nos esbarramos na infância, mas foi sua irmã que me pegou no colo.
Quase conheci sua mãe, mas foi na casa de seus tios que meus pais iam nos churrascos de domingo.
Quase fomos amiguinhos, mas foram com seus primos com quem eu jogava vídeo game na infância.
E daí veio a escola.
Durante anos nos víamos, mas não nos olhávamos.
O tempo nos afastava.
E então sem aviso ele nos uniu.
Ah, e como uniu.
O tempo jogou a nosso favor, mas nós não jogamos a favor dele.
E então ele nos separou de novo.
Talvez ele tivesse se enganado.
Talvez ainda não fosse a hora certa para nós.
E então ele foi cruel e paciente.
E quando já estávamos caminhando em caminhos opostos, ele nos jogou um perante o outro.
E só assim então nós nos enxergamos e ''o'' enxergamos.
E aprendemos a respeita-lo e a nos respeitar.
Agora aqui estamos.
5 anos que nos conhecemos, 1 ano que voltamos.
E a eternidade não é o limite.
Pelo menos assim espero.
Eu te amo minha pequena.
Eu te amo minha princesa.
Eu te amo minha Priscila.

Parabéns para nós <3